Delegado diz que menino de 3 anos não foi morto a facadas, conforme divulgou a polícia

Delegado diz que menino de 3 anos não foi morto a facadas, conforme divulgou a polícia

MANAUS — O delegado-geral adjunto da Polícia Civil do Amazonas, Guilherme Torres, afirmou nesta sexta-feira (23) que o menino Manoel Franco de Lima Neto, de 3 anos, morreu por asfixia mecânica. A informação corrige a versão inicial divulgada pelo delegado Fábio Silva, da DEHS (Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros), de que a criança havia sido morta a facadas. Ao atender a ocorrência, na noite de quinta, Fábio Silva disse “que estava tentando se recuperar porque ‘essa situação foi algo que eu nunca tinha visto na minha carreira’”.

“Lembrando que esse caso, nós precisamos esclarecer que havia muito sangue no local, mas o laudo pericial aponta que não há lesão perfurocortante [ferimento provocado por objeto que perfura e corta, como faca ou objeto semelhante] no corpo da criança, nem mesmo ação contundente, o laudo aponta asfixia mecânica”, afirmou Torres nesta sexta.

O crime ocorreu no bairro Cidade de Deus, na zona norte de Manaus. O pai da criança, Fernando Batista de Melo, de 48 anos, é procurado pela polícia por ter matado o filho por vingança contra a ex-esposa.

“A polícia deduziu, inicialmente, por um vídeo do homicida ameaçando essa genitora três horas da tarde, mais ou menos, que ele teria utilizado essa faca para matar essa criança. E não foi isso que aconteceu”, afirmou Torres, ao explicar como se chegou à informação inicial de morte por facada.

Em imagens divulgadas nas redes sociais, o banheiro onde ocorreu o crime aparece com sangue e, conforme o delegado, somente após os resultados dos exames será possível identificar de quem é sangue.

De acordo com o delegado, o suspeito é natural do Rio de Janeiro e possui familiares no município de Manacapuru. Por esse motivo, segundo Torres, as forças de segurança estão mobilizadas para evitar que ele fuja para outras localidades.

Fonte: Amazonas Atual
Foto: WhatsApp/Reprodução

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Redacao Portal Impacto

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