PF prende homem suspeito de participar de esquema de falsificação de documentos no Amazonas

PF prende homem suspeito de participar de esquema de falsificação de documentos no Amazonas

 

A Polícia Federal prendeu preventivamente, nesta sexta-feira (6), um homem investigado por envolvimento em um esquema de produção e venda de documentos públicos falsos no Amazonas. Os agentes realizaram a prisão durante a segunda fase da Operação Papel Fantasma, que apura a atuação de uma possível organização criminosa.

 

A Justiça Federal no Amazonas expediu o mandado de prisão. Segundo a PF, o suspeito participava diretamente das atividades do grupo. Ele intermediava contatos com interessados, negociava documentos, organizava a entrega e ajudava a dividir os valores obtidos com as fraudes.

 

Investigação aponta tentativa de ocultar provas

Além de atuar na negociação dos documentos, o investigado teria tentado esconder materiais e apagar registros relacionados às atividades ilegais. De acordo com a Polícia Federal, o grupo também utilizava códigos e intermediários para dificultar a identificação dos envolvidos e evitar a fiscalização.

 

As investigações apontam ainda que os suspeitos produziam certidões de nascimento com informações falsas mediante pagamento. Posteriormente, os documentos serviam para obter registros civis brasileiros de maneira irregular.

 

Segunda fase da Operação Papel Fantasma

A Polícia Federal deflagrou a nova etapa após analisar materiais recolhidos na primeira fase da operação, realizada em outubro deste ano. Na ocasião, os agentes cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão.

 

Durante a análise de documentos e aparelhos eletrônicos, os investigadores encontraram novas informações sobre a estrutura do grupo e a divisão de tarefas entre os suspeitos. Com esses elementos, a PF conseguiu avançar na identificação de possíveis participantes do esquema.

 

Investigação continua no Amazonas

Os investigados poderão responder por falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa. A Justiça avaliará a responsabilidade de cada envolvido conforme os elementos reunidos durante a investigação.

 

Enquanto isso, a Polícia Federal continua apurando o caso para identificar outros possíveis integrantes, intermediários e beneficiários. A corporação também busca descobrir quantos documentos foram produzidos ou utilizados de forma fraudulenta.

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Redacao Portal Impacto

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