Homem é preso após vídeo de ato obsceno em UBS viralizar em Manaus

Homem é preso após vídeo de ato obsceno em UBS viralizar em Manaus

 

A Polícia Civil do Amazonas prendeu na manhã desta sexta-feira (27) Elzo dos Santos Filho, acusado de praticar ato obsceno dentro de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no bairro Zumbi dos Palmares, na zona Leste de Manaus. A ação foi coordenada pelo delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP), responsável pelo cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

📹 Vídeo causou revolta nas redes sociais

O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais, em que o acusado aparece se masturbando no setor de vacinação da UBS. As imagens rapidamente viralizaram e geraram indignação da população, sobretudo pela gravidade do ato cometido em um espaço público de saúde.

A partir da circulação do vídeo, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva de Elzo, que foi deferida pelo Poder Judiciário na última terça-feira (24).

👩‍👩‍👧 Vítimas procuraram a polícia

De acordo com a polícia, após a repercussão do caso, diversas mulheres procuraram o 9º DIP para registrar boletins de ocorrência contra o acusado. Entre elas, estão familiares do próprio investigado e professoras de uma escola da zona Leste, que relataram comportamentos semelhantes praticados por ele em outras ocasiões.

Esses depoimentos reforçaram a gravidade do caso e ampliaram o leque de investigações contra o suspeito.

⚖️ Interrogatório e andamento do processo

Durante o interrogatório realizado no 9º DIP, Elzo permaneceu em silêncio, mesmo acompanhado por dois advogados de defesa. Segundo informações da polícia, ele deve ser transferido ainda hoje para o 14º DIP, onde aguardará a audiência de custódia, que definirá se continuará preso preventivamente ou se responderá ao processo em liberdade.

📌 O que diz a lei

O crime de ato obsceno, previsto no artigo 233 do Código Penal Brasileiro, é caracterizado por praticar ato libidinoso em local público, ou aberto/expoto ao público. A pena pode variar de três meses a um ano de detenção, ou multa, podendo ser agravada conforme o contexto e a reincidência

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Redacao Portal Impacto

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