Boi Caprichoso abre último dia de Festival com discurso sobre preservação

O boi Caprichoso abriu, neste domingo (29), a terceira e última noite de apresentação do tema “É tempo de retomada” com o subtema “Kaá-eté – retomada pela vida”. No discurso inicial o apresentador Edmundo Oran chamou atenção dos jurado para a luta pela preservação da Amazônia. Edson Azevedo Júnior, tripa do boi Caprichoso, do centro de uma alegoria desceu para concorrter ao item 10 – Boi-bumbá (Evolução).
Na barra do boi Caprichoso rostos de ativistas, indigenistas e ambientalistas estão estapadas como Chico Mendes e Ailton Krenak. No primeiro ato, a lenda indígena Waurãga e os Wauã-Kãkãnemas, assinada pelo artista Geremias Pantoja, trouxe a cunhã-poranga, Marciele Albuquerque. A bela representou a própria Waurãga, a deusa guardiã da floresta, ou como dito na toada a “mãe de todas as mães”. Marciele veste a fantasia assinada pelo artista, Estevan Antunes.