Derivados da mandioca ganham coloração e novos sabores

Derivados da mandioca ganham coloração e novos sabores

Os produtos derivados da mandioca conquistam novos mercados na medida que se diversificam, melhoram seus processos produtivos e agregam valor nutricional.

É isso que demonstra o estande do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), na 47ª Feira Agropecuária do Amazonas (Expoagro), no km 2 da BR-174, que vai até domingo, 5 de outubro.

O espaço representa, inclusive, uma farinhada, com simulacro de forno aquecido à lenha e mexedor de remo, o jeito tradicional e se fazer a farinha que chega à mesa dos consumidores.

Quem faz o papel de farinheiro é o técnico em agropecuária da gerência de produção em agricultura vegetal do Idam Suzamar Santos, que ministra cursos e oficinas de pós-colheita da mandioca para agricultores familiares amazonenses.

 

A convite de agricultores, por meio de uma agenda do Idam, Santos percorre comunidades produtoras de mandioca para repassar técnicas no processo de elaboração dos produtos, como livrá-los de bactérias e fungos e dotá-los de valor agregado no mercado consumidor.

 

Seiscentos produtos

Santos disse que o Idam já catalogou 600 produtos derivadas da mandioca.

 

A farinha, item quase obrigatório na mesa nortista, é o mais popular, seguido do pé-de-moleque, tucupi e goma (fécula), da qual se faz a farinha de tapioca, a tapioquinha, o tapiocão e o x-caboquinho.

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Redacao Portal Impacto

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